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Autorregulação e fiscalização são foco dos principais órgãos do setor

Por Coordenadoria de Comunicação Social   |   15 de Março de 2022 às 13:42

A autorregulação dos corretores de seguros e os novos rumos na fiscalização do setor foram temas do painel “O Setor de Seguros e o Corretor: Realidades e Perspectivas”, realizado no dia 4 de março, no 22º Congresso Brasileiro dos Corretores de Seguros. 

Em seu pronunciamento, o presidente da ENS e deputado federal, Lucas Vergilio, ressaltou que os corretores de seguros precisam se valorizar e ter orgulho da profissão. "Ser corretor é muito bom, sim. Dá dinheiro, somos pessoas de sucesso e é um excelente negócio. Geramos muitos empregos e é disso que o nosso País precisa”. 

Vergilio afirmou ainda que o corretor precisa continuar se preocupando com a capacitação. “Isso a ENS tem feito de maneira brilhante nos seus 50 anos de existência. Provou que é a melhor e mais competente instituição para quem deseja entrar no mercado de seguros, seja para corretor, securitário ou abrir sua própria empresa”.
 
O presidente da Fenacor, Armando Vergilio, destacou a relevância da ENS na formação de profissionais do mercado e exaltou o corpo de colaboradores. “A Escola é uma instituição que cuida do conhecimento, não só do mercado de seguros, mas de modo geral, e que conta com uma equipe muito qualificada”. 

Autorregulação 
 
Armando Vergilio salientou ainda que o total de corretores habilitados no Brasil passou de 40 mil para 117 mil em 25 anos, e a tendência é que esse número siga aumentando. Segundo o executivo, pesquisas comprovam que o consumidor deseja os serviços do corretor de seguros e não quer autosserviço, o que torna a autorregulação cada vez mais necessária. “A autorregulação é uma garantia, mas não só para o corretor. Ela é uma garantia necessária também para o consumidor”
 
O presidente do Ibracor, Joaquim Mendanha, também falou sobre a importância da autorregulação para os corretores e afirmou que hoje a Instituição tem cerca de 21,5 mil profissionais associados. “A autorregulação existe nos mercados mais avançados há muito tempo. O grande trunfo do Ibracor é a emancipação, e temos a função de zelar pelo mercado, as normas e os associados”. 

O superintendente da Susep, Alexandre Camillo, destacou que a autarquia está avaliando alguns atos que carecem de ajustes e estão sendo acompanhados. Além da autorregulação do setor, Camillo citou outros temas que estão no radar da instituição, como seguro rural, resseguro, cadastro de corretores, DPVAT, microsseguro, consolidação do open insurance e sistema de registro operacional. 

“Identificamos alguns itens que precisamos dar tratamento. É uma questão de estabelecer prioridades e estratégias para fazer frente às demandas. Temos que traçar uma rota assertiva e, por que não dizer, definitiva, rumo ao verdadeiro epicentro do potencial do nosso mercado”, frisou. 

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